quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
terça-feira, 24 de novembro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
O Senhor Cardeal Caim passou o dia comigo é uma jóia de pessoa fuma como uma chaminé no inverno e tal como a do Vaticano é raro sair fumo branco mas e fora de brincadeiras é bom partilhar os nossos conflitos visíveis e invisiveis com tão sábio e generoso espirito critico no fundo a hipocrisia biblica reduz-nos a cães duma situação de facto consumado a que o comum dos mortais não pode indignar-se a verdade dos factos aconselha-nos o contrário e quando os homens se conseguirem libertar de toda esta contrafação divina de ritos mistérios e sagradas escrituras não passa tudo de uma manipulação contra o bem estar do ser na sua comunidade e longe de mim esperar que os meus escritos perdurem para lá das sagradas escrituras e se tal não acontecer que continuem a ser contestadas como o têm sido até hoje
sábado, 17 de outubro de 2009
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Nesse sentido fui hoje informado que um dos últimos atentados suicidas inaugurou um novo ciclo o incomodativo e pouco prático colete de explosivos foi substituído pelo elegante supositório bomba com ligação directa ao telemóvel
Hoje é o dia em que é admitido mais um colega na página em branco e será recebido de braços abertos nesta doce senilidade que é ser real há quem diga que a luta é intestina e cada vez mais sofisticada como convém não te rias Nobel não estou a ser cínico mas há sofisticação em ser-se real e um escritor será hoje coroado por esse presente envenenado que desde a noite dos tempos ilumina o desconhecido
Se não me causa estranheza não haver quem recuse o prémio Nobel estranho me parece não haver partilha no prémio Nobel da literatura como se pratica nas outras belas e reais artes
Hoje é o dia em que é admitido mais um colega na página em branco e será recebido de braços abertos nesta doce senilidade que é ser real há quem diga que a luta é intestina e cada vez mais sofisticada como convém não te rias Nobel não estou a ser cínico mas há sofisticação em ser-se real e um escritor será hoje coroado por esse presente envenenado que desde a noite dos tempos ilumina o desconhecido
Se não me causa estranheza não haver quem recuse o prémio Nobel estranho me parece não haver partilha no prémio Nobel da literatura como se pratica nas outras belas e reais artes
sábado, 26 de setembro de 2009
os últimos dias de campanha eleitoral têm sido cheios de arruadas à volta de página em branco é sempre a mesma coisa de quatro em quatro anos pequenos médios e grandes partidos desfazem-se em artificial silêncio ensurdecedor para fazerem valer a sua incapacidade de lidar com o real sem lá meter o culto de personalidade e o da autoridade e toda uma crise da condição humana entre a raiva impotente e a revolta do retorno absoluto de um mundo melhor para os nossos filhos e netos
do alto do meu estado moribundo mas crítico continuo a lutar contra esse grande irmão bicho hoje com vinte máscaras que toma decisões de importância vital para cada mais pessoas esfaimadas da sua liberdade individual e bem de pensar mete dó observá-los parecem crianças- soldado agarrados ao poder e sempre a mendigar por mais para depois nos ferrarem até à morte a nossa dignidade de cidadãos da liberdade e da democracia sem nunca admitir a culpa dos suas decisões assassinas
talvez uma pequena falha humana mas nunca a culpa que vai toda para esse "alto funcionário" Caim que no outro dia me visitou em sonhos pensando eu que vinha anunciar-me o fim da história pela enésima vez ou que iria dar à luz pela enésima centésima sexagésima sexta vez o anticristo seu pai e violador
mas não estava apenas com a mania de perseguição e de todos os efeitos secundários duma contra-psicanalise pós-moderna que tinha medo de andar à noite na cidade pois podia ser enrabado pelos filhos e netos desta sociedade sem principios nem valores comecei por não acreditar no que estava a sonhar e enrolei-lhe a algália no pescoço e fui surpreendido pela sua força demoníaca que se não fosse Nobel a socorrer-me deste banho de suores frios negros e fecais estariam todos a lamentar o meu desaparecimento e o vazio eterno que isso provocará na democracia crítica
do alto do meu estado moribundo mas crítico continuo a lutar contra esse grande irmão bicho hoje com vinte máscaras que toma decisões de importância vital para cada mais pessoas esfaimadas da sua liberdade individual e bem de pensar mete dó observá-los parecem crianças- soldado agarrados ao poder e sempre a mendigar por mais para depois nos ferrarem até à morte a nossa dignidade de cidadãos da liberdade e da democracia sem nunca admitir a culpa dos suas decisões assassinas
talvez uma pequena falha humana mas nunca a culpa que vai toda para esse "alto funcionário" Caim que no outro dia me visitou em sonhos pensando eu que vinha anunciar-me o fim da história pela enésima vez ou que iria dar à luz pela enésima centésima sexagésima sexta vez o anticristo seu pai e violador
mas não estava apenas com a mania de perseguição e de todos os efeitos secundários duma contra-psicanalise pós-moderna que tinha medo de andar à noite na cidade pois podia ser enrabado pelos filhos e netos desta sociedade sem principios nem valores comecei por não acreditar no que estava a sonhar e enrolei-lhe a algália no pescoço e fui surpreendido pela sua força demoníaca que se não fosse Nobel a socorrer-me deste banho de suores frios negros e fecais estariam todos a lamentar o meu desaparecimento e o vazio eterno que isso provocará na democracia crítica
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